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O Mercador de Veneza -
10/01/2009 no
Teatro Nacional São João no Porto
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Trata-se de uma obra do célebre dramaturgo inglês, William Shakespeare, escrita no findar dos anos 1500, época em
que os judeus estiveram ausentes da Inglaterra (expulsos em 1290,
e reaceitos em 1655).
Um nobre veneziano que perdeu toda sua herança planeia casar-se com Pórcia, uma bela e rica princesa. Seu amigo António concorda em lhe emprestar o capital necessário para que ele viaje até Belmonte, onde vive Pórcia. Como António é um mercador, toda a sua fortuna está investida numa frota de navios mercantes que navegam em águas estrangeiras. Por consequência, faz um empréstimo junto a Shylock, um agiota judeu que concorda em emprestar o dinheiro, desde que António, o mercador, empenhe meio quilograma da sua própria carne como garantia. Quando Bassânio chega a Belmonte, descobre que para ganhar a mão de Pórcia terá que se submeter a um teste envolvendo três arcas, deixadas pelo pai da princesa antes de morrer. Para além disso, recebe a notícia que os barcos de António naufragaram e ele perdeu toda sua fortuna, estando sua vida, agora, nas mãos de Shylock. O caso vai a tribunal, onde o agiota judeu insiste em cobrar a dívida, mesmo com Bassânio a querer pagar o dobro da dívida. O caso tem um desfecho inesperado à custa da destreza intelectual de Pórcia.
De uma forma geral gostei bastante da peça. Pecou pela monotonia que surgiu por umas três vezes, tendo mesmo dado aso a um descanso mais profundo de malta amiga. Teria sido também interessante existir um período de adaptação ao embaranhado português. A perfeita actuação de António Durães (Shylock) e o divertido desempenho de alguém que não sei o nome deram brilho à peça. Não entendi a decoração feita através de ferros de escorar, mas também já não me perturbam os desvaneios artisticos.
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Artesanatus08 na Praça D. João I e X PortoCartoon WorldFestival no Museu Nac. da Imprensa - 13/12/2008 (Porto)
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O Artesanatus 2008, é a 9ª edição da Feira de Artes e Ofícios do Porto, organizada pela Associação de Artesãos da Região Norte. É um evento onde se pode encontrar o melhor artesanato a nível nacional. Na minha opinião é uma feira com um espaço bastante aconchegado e agradável, no entanto com poucas representações.
O tema principal do PortoCartoon WorldFestival, é os Direitos Humanos. Para além deste tema, existe o livre para os cartunista que não se queiram cingir a este tema. O tema principal é escolhido num ano em que se comemora o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Para além desta exposição, é possível contemplar a permanente denominada de: Memórias Vivas da Imprensa. Exposições a não perder. |
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Deolinda -
13/12/2008 na
Casa das Artes em V.N. de Famalicão
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CANCELADO |
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A Festa
- 15/11/2008 na
Casa das Artes em V.N. de Famalicão
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Sete amigos juntam-se na casa de um deles para celebrar uma passagem de ano. Todos estão ali porque não têm outro sítio para estar. Mas se tivessem, provavelmente continuariam a estar ali.
Durante uma noite de festa, a teia de relações e cumplicidades entre estes sete amigos vai ser posta em causa. Caem as máscaras que cada um usa para esconder ou comunicar a sua personalidade e todos percebem que a face visível daquele círculo de amigos é a ponta de uma iceberg cuja parte submersa é mais negra, dolorosa e autêntica. Como exemplo pode ser visto um vídeo aqui.
Na minha opinião os actores portaram-se bastante bem, no entanto a peça foi pouco explorada e com baixa dinâmica representativa. A ideia de retratar indivíduos com diferentes moralidades e vivências, numa passagem de ano é bastante interessante, tendo-me revisto em algumas situações. Contudo, tinha interesse em perceber melhor o que cada um dos actores estava a representar, tanto ao nível do seu emprego, como das relações que tinham existido entre eles. O adiantar da hora estava bastante bem apresentado através da imagem na tela de fundo e da bebedeira que se intensificava. O cenário era simples e adequado. É de salientar as cadeiras da Casa das Artes em V.N. de Famalicão.
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